-Estou acompanhando essa nova fase do Demolidor, escrita pelo Ed Brubaker e desenhada pelo Michael Lark, através dos scans. Até agora li as duas primeiras histórias e é excelente. O estilo é outro, mas é tão bom quanto a fase da dupla Bendis & Maleev. E o personagem principal continua comendo o pão que o diabo amassou. Brubaker também está fazendo um ótimo trabalho no título do Capitão América (que igualmente leio via scan). Como é que a DC deixou esse cara ir embora?
-Finalmente a Panini lançou a versão definitiva de O Cavaleiro das Trevas. Com 516 páginas e capa dura, e contendo, além da clássica minissérie original, sua controvertida continuação, O Cavaleiro das Trevas 2, e uma porção de extras (esboços, capas originais, trechos de roteiro etc), tudo isso pela bagatela de R$ 95,90. Tem também uma versão mais barata, com capa mole. Se tudo der certo faço minha encomenda até o meio de março. É uma vergonha dizer isso, mas eu não tenho essa maravilha na minha gibiteca, apesar de já ter lido emprestada.
-Não sei o que foi mais ridículo, a Britney Spears raspando o cabelo ou vários programas de TV americanos analisando os motivos por que ela fez isso, inclusive com a ajuda de psiquiatras e afins. Pelo menos a CNN fez uma matéria com muito humor sobre o ocorrido.
-O principal motivo de assistir ao Oscar, ao menos para mim, é dar boas gargalhadas, e esse ano a Ellen Degeneres, de quem gosto desde que fazia sitcom para a TV, cumpriu bem seu papel. O monólogo inicial foi bem legal, e suas intervenções posteriores mantiveram o pique. Destacam-se os momentos onde ela interagiu com a platéia (aquele com o Scorsese foi muito engraçado) e quando ela se misturou àquele grupo que fazia imagens temáticas com os corpos. Também sobrou humor para as estrelas. Jack Black é sempre engraçado, e o momento O Diabo Veste Prada foi excelente (eu amo a Meryl Streep), sem esquecer o Al Gore, que entrou no clima da festa. Em relação aos premiados, bem, não vi nenhum dos filmes indicados, então não posso fazer uma análise melhor, mas foi bom ver finalmente o Scorsese ser reconhecido e o Forest Whitaker sair como melhor ator (pelo que ele fez nas participações em duas séries, The Shield e ER, dá para perceber que ele está em sua melhor forma). Ah, e saudações ao inventor da tecla SAP. A tradução simultânea tira 90% da graça da premiação, apesar de que os comentários do Rubens Ewald Filho (assisti pela TNT) às vezes fazem falta.
-Finalmente a Panini lançou a versão definitiva de O Cavaleiro das Trevas. Com 516 páginas e capa dura, e contendo, além da clássica minissérie original, sua controvertida continuação, O Cavaleiro das Trevas 2, e uma porção de extras (esboços, capas originais, trechos de roteiro etc), tudo isso pela bagatela de R$ 95,90. Tem também uma versão mais barata, com capa mole. Se tudo der certo faço minha encomenda até o meio de março. É uma vergonha dizer isso, mas eu não tenho essa maravilha na minha gibiteca, apesar de já ter lido emprestada.
-Não sei o que foi mais ridículo, a Britney Spears raspando o cabelo ou vários programas de TV americanos analisando os motivos por que ela fez isso, inclusive com a ajuda de psiquiatras e afins. Pelo menos a CNN fez uma matéria com muito humor sobre o ocorrido.
-O principal motivo de assistir ao Oscar, ao menos para mim, é dar boas gargalhadas, e esse ano a Ellen Degeneres, de quem gosto desde que fazia sitcom para a TV, cumpriu bem seu papel. O monólogo inicial foi bem legal, e suas intervenções posteriores mantiveram o pique. Destacam-se os momentos onde ela interagiu com a platéia (aquele com o Scorsese foi muito engraçado) e quando ela se misturou àquele grupo que fazia imagens temáticas com os corpos. Também sobrou humor para as estrelas. Jack Black é sempre engraçado, e o momento O Diabo Veste Prada foi excelente (eu amo a Meryl Streep), sem esquecer o Al Gore, que entrou no clima da festa. Em relação aos premiados, bem, não vi nenhum dos filmes indicados, então não posso fazer uma análise melhor, mas foi bom ver finalmente o Scorsese ser reconhecido e o Forest Whitaker sair como melhor ator (pelo que ele fez nas participações em duas séries, The Shield e ER, dá para perceber que ele está em sua melhor forma). Ah, e saudações ao inventor da tecla SAP. A tradução simultânea tira 90% da graça da premiação, apesar de que os comentários do Rubens Ewald Filho (assisti pela TNT) às vezes fazem falta.