sábado, dezembro 08, 2012
THE BEATLES – MAGICAL MYSTERY TOUR
terça-feira, dezembro 04, 2012
MARCADOS PARA MORRER
sexta-feira, novembro 23, 2012
FÁBULAS VOL 10 - O BOM PRÍNCIPE
domingo, novembro 18, 2012
PRA NINGUÉM FALAR QUE DIGO AS COISAS SEM SABER
TRAINSPOTTING
sexta-feira, novembro 16, 2012
A BRUXA DE BLAIR
S&D GAMES: BRÜTAL LEGEND
quarta-feira, novembro 07, 2012
EXPECTATIVA: REMAKE DE EVIL DEAD ANUNCIADO
domingo, outubro 28, 2012
SAINT SEIYA OMEGA: VALE A PENA ASSISTIR?
DEAD SNOW
CHEGANDO PÁ ANIMAR AS PORRA!
BOAS NOVAS!
terça-feira, outubro 09, 2012
LOLLAPALOOZA, EU VOU!
segunda-feira, outubro 01, 2012
O LEGADO BOURNE
sexta-feira, setembro 28, 2012
GARBAGE – NOT YOUR KIND OF PEOPLE
quinta-feira, agosto 09, 2012
IGGY AND THE STOOGES – RAW POWER (1973)
sábado, dezembro 10, 2011
NOEL GALLAGHER'S HIGH FLYING BIRDS
(texto extraído da Billboard Brasil 24, outubro de 2011; autoria de Rodrigo Ortega)
A conexão mais forte entre este primeiro CD de Noel Gallagher e a banda que ele abandonou em 2009, o Oasis, é The Masterplan, álbum de lados B do grupo lançado em 1998. A coletânea tinha várias canções acústicas com tom melancólico, cantadas pelo irmão mais velho. Faixas como “Talk Tonight”, “Going Nowhere” e “Half the World Away”, mais delicadas (adjetivo que pode despertar em fãs de Oasis a vontade de tacar uma lata de Guinness na minha cabeça), se contrapunham à euforia dos primeiros álbuns. A voz de Noel, menos potente do que a de Liam, combina com a fragilidade dessas e outras baladas. Não é inesperado, então, o fato do disco solo ser menos pesado do que a média da antiga banda. Mas não há só voz e violão – os arranjos vistosos lembram “The Importance of Being Idle”, uma das poucas boas surpresas do Oasis nos anos 2000, também com voz de Noel. Ele ousa mais, especialmente em “AKA... What a Life!”, a um remix de distância de ser hit de pista de dança, e ganha de bônus a possibilidade de agradar até a quem não era fã de Oasis. Por essa e outras – como “If I Had a Gun” e “Stop the Clocks” -, mais inspiradas que as do Beady Eye, banda do seu irmão com os remanescentes do Oasis, o placar fica assim: 1 para Noel, 0 para Liam.
terça-feira, novembro 15, 2011
KASABIAN – VELOCIRAPTOR!
(texto extraído da Billboard Brasil 24, outubro de 2011; autoria de Henrique Crespo) 
O quarto álbum de estúdio é uma reafirmação, levemente mais pop e menos dançante, dos rumos que a banda vem traçando desde sua estreia fonográfica em 2004. Acid rock, britpop e um pouco de Beatles são como carimbos na música do grupo britânico: a faixa-título ilustra bem o primeiro, a bonita balada “Goodbye Kiss”, o segundo, e “La Fee Verte”, o terceiro. O disco produzido por Dan The Automator – um dos nomes por trás do Gorillaz – é uma viagem sem grandes desvios de rota. A exceção poderia ser “I Hear Voices” que esbarra no eletro. “Re-wired” é um Primal Scream menos viajandão que não faria feio nas pistas. Não deve demorar a ganhar um remix. “Neon Noon” fecha lembrando mais um pouco os Fab Four.
domingo, outubro 16, 2011
THE BEATLES - SGT. PEPPER’S LONELY HEARTS CLUB BAND
(texto publicado originalmente na revista ESPECIAL BRAVO! BEATLES; autoria de Sergio Martins)
Poucos discos foram tão influentes quanto Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band. O álbum teve um timing impecável. Foi lançado em meio ao chamado “verão do amor”, quando várias facções da contracultura resolvem se manifestar. Dessa forma, ele foi considerado um disco-manifesto. A ideia inicial de Sgt. Peppers surgiu de Paul, que achou interessante o fato de os Beatles assumirem um alter ego. Sgt. Peppers abriu as portas para que o gênero se tornasse a voga no rock. A eclética e psicodélica coleção de canções incluídas em Sgt. Peppers tem um pouco de tudo para todo mundo. Os Beatles eliminaram os espaços entre as canções, o que dava ao disco a impressão de continuidade. A faixa-título é um rock vibrante pontuado por metais que já escancara a intenção dos Beatles. Ela deságua em With A Little Help from My Friends, em que Ringo brilha como Billy Shears, o cara legal e amigão de todo mundo. Lucy in the Sky with Diamonds causou polêmica e John Lennon sempre negou que tivesse sido composta sobre influência de LSD. Paul McCartney veio com a otimista Getting Better, a enigmática Fixing a Hole e a melodramática She’s Leaving Home, um experimento barroco que emulava o clima de Eleanor Rigby. O lado A do vinil original fechava com Being for the Benefit of Mister Kite!, de John, cujo clima de parque vitoriano foi inspirado em pôster. George Harrison radicalizou a ambientação indiana em Within or Withou You, que não conta com a participação dos outros Beatles. Paul recorreu à nostalgia para criar When I’m Sixty-Four, sua mais bem-sucedida incursão pelo universo sonoro do vaudeville. E o baixista veio com mais uma de suas canções idiossincráticas: Lovely Rita. John Lennon comentava as banalidades do dia a dia em Good Morning Good Morning. Depois da reprise da canção Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band, o show parecia ter acabado. Mas o bis bateu tudo o que veio antes. A Day in the Life era basicamente uma canção de John com um segmento de Paul incluído no meio. Hipnótica e alucinógena, A Day in the Life chegou a ser banida pela BBC, que alegou que a música fazia referência as drogas. O acorde final da canção fechava o álbum como um sarcófago sendo trancado. A capa criada por Peter Blake também tornou-se referência, sendo imitada e parodiada até hoje.
sábado, outubro 01, 2011
NEVERMIND - 20 ANOS

O pessoal todo já sabe da importância que Nevermind teve/tem pra mim. Foi o disco que abriu as portas para o rock, ou, de maneira geral, para a boa música. Depois de conhecer o Nirvana através desse CD – na época ainda o vinil, que tenho até hoje -, vieram Metallica, Pearl Jam, Alice In Chains, Ramones, Beatles, Black Sabbath, REM, Pink Floyd etc, etc.
Hoje tudo acontece de maneira instantânea. Uma banda começa a fazer um barulhinho numa pequena cidade sueca, uma nova música é tocada num programa de madrugada da Radio 1, um blog fala de um show num lugarzinho caindo aos pedaços, isso tudo chega ao nosso conhecimento – e aos nossos ouvidos – quase imediatamente.
Mas nos gloriosos primeiros anos da década de 1990 as coisas não eram assim, principalmente onde moro, uma cidade de tamanho mediano no interior da Paraíba. Se Nevermind foi lançado na gringa em setembro de 91, o fenômeno só chegou à capa da Bizz em março do ano seguinte, e foi mais ou menos nessa época que o clipe de Smells Like Teen Spirit começou a ter execução no Cliptonita, opção para quem não tinha MTV como eu, que era exibido nas tardes da Record. E, pasmem, as FMs locais passaram a tocar Nirvana, e não só Smells..., mas também Come As You Are, Lithium, In Bloom. Acho que consegui gravar metade do disco num K7 só com o que passava no rádio.
Mas o que mudou tudo para mim foi o show do Nirvana no Hollywood Rock de 1993, costumo dizer que foi minha epifania rock‘n’roll. Se no ano anterior tivemos shows conforme o figurino de Extreme e Skid Row, ver aqueles caras com uma postura totalmente contrária, como se estivessem tocando numa garagem depois de ficarem totalmente chapados, mudou minhas concepções. Tinha, finalmente, encontrado meu nirvana. Vi e revi infinitas vezes o show no vídeo cassete. Engraçado que fui atrás de comprar Nevermind pouco tempo depois e não encontrei de maneira nenhuma, só achei o Incesticide, que acabou sendo meu primeiro disco de rock.
O resto é história, que se desdobra até hoje, quando ouço um Cage The Elephant ou um Yuck da vida...









