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domingo, julho 01, 2007

PACOTE DA SEMANA

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Crise Infinita # 7: Acabou, finalmente acabou! Confesso que já estou de saco cheio de tanta Crise. E como gota d’água, tivemos esse desastre chamado Crise Infinita. Até agora não desceu essa de Superboy louco e assassino e suas motivações estúpidas. Mas que vilãozinho mais mequetrefe foram arranjar! Que vergonha, Sr. Johns! Tanto hype só para isso? Por mim teriam trabalhado apenas com o que Brad Meltzer deixou em Crise de Identidade, e que foi desenvolvido nas únicas duas séries pré-Crise Infinita que prestaram, que foram Projeto Omac e Vilões Unidos, com toda essa nova relação entre heróis e bandidos. Teria sido bem mais interessante. Bem, agora é esperar pela maxissérie 52, que começa agora em julho, e foi mais bem elogiada lá fora.

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LJA # 55: Com exceção de Lanterna Verde, a revista parece em estado de stand by. Temos um arco de JLA Classified, que tem a maior cara de episódio do desenho animado da Liga, e até agora vai bem (com exceção dos desenhos). Em SJA, o roteirista Paul Levitz procura apenas não fazer alguma besteira enquanto esperamos a volta de Geoff Johns, acompanhado dos bons desenhos de Rags Morales (com estupenda participação do brasileiro Luke Ross na arte dos flashbacks). Já o arco Confraria de Vilões (originalmente publicado em JSA Classified) segue apenas mediano. Mas o ápice mesmo é o Lanterna Verde, que começou o Um Ano Depois a mil por hora. Contando agora com os desenhos de Ivan Reis, e um Geoff Johns inspirado, essa série, junto às do Superman e do Batman, segue sendo umas das melhores da DC que estão sendo publicadas pela Panini.

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Pixel Magazine # 3: A PM tem simplesmente o melhor mix atualmente. Claro, com uma revista que todo mês traz material da Vertigo e da Wildstorm não poderia ser diferente. Nessa terceira edição, além das costumeiras (como é bom dizer isso) Planetary e Hellblazer, ambas escritas pelo quase onipresente Warren Ellis, temos ainda o especial Fábulas – O Último Castelo. Acompanho essa série através dos scans, e digo, sem uma sombra de dúvida, que Fábulas é o melhor gibi da atualidade. É tão boa que você questiona por que seu autor, Bill Willingham, fez um trabalho tão ruim durante sua passagem pelo título do Robin. Estou aqui torcendo para que a Pixel reconsidere sua decisão e passe a publicar esse novo clássico do início. Ah, completando esse número, temos uma curtinha de Cobweb e uma matéria mostrando futuros lançamentos da editora (entre eles, DMZ e Y – O Último Homem).

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100 Balas – Tiro Pela Culatra: Esse é o segundo especial da série publicado pela Pixel, reu-nindo as edições originais americanas #4 e #5. Dessa vez o Agente Graves entrega a maleta com uma arma, as cem balas não rastreáveis e as provas mostrando os verdadeiros culpados para um sujeito injustamente acusado de pedofilia. Enquanto isso, a conspiração por traz de tudo isso ganha novos contornos. Teremos uma nova edição da série só mais para o final de ano, então é bom aproveitar. O único porém é que Tiro Pela Culatra tem apenas 52 páginas. Bem que poderiam ter colocado mais um arco para deixar a revista mais volumosa. Mas dos males o menor...

quinta-feira, março 15, 2007

3 EM 1

GRANDES ASTROS SUPERMAN #2
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Já falei isso no post sobre a primeira edição, mas me permitam ser repetitivo: Que gibi, meu deus, que gibi! Nesse segundo número de All Star Superman (bem que a Panini poderia ter deixado o nome original mesmo, né?), a dupla criativa, Grant Morrison e Frank Quitely, nos apresenta a Fortaleza da Solidão, o lar do Homem de Aço, fazendo uma caracterização perfeita dela. Enquanto tenta convencer Lois Lane que o Superman na verdade é Clark Kent, o casal faz uma tour pelo local. Não sei se algumas coisas que foram mostradas, como o Espelho da Verdade e o Telescópio do Tempo, já existiam ou foram concepções do Morrison nessa revista, mas são criações muito interessantes, com aquela cara da Era de Prata que permeia a trama. Enquanto isso, Lois fica paranóica, tentando descobrir por que o herói a trouxe para lá, e o Super descobre que ficou imune à Kriptonita, outro efeito colateral da expedição ao sol. Mais uma vez, nota 10.

GRANDES ASTROS BATMAN & ROBIN #2
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Quanto ao título do Homem Morcego da mesma linha All Star, bem, não é tão bom quanto o descrito acima, mas é uma leitura agradável, e melhor do que o que vem sendo publicado no título mensal do personagem. Essa edição se passa praticamente toda dentro do batmóvel, onde Batman, junto ao seu futuro pupilo, tenta escapar da corrupta polícia local. É até engraçado o Batman tentando parecer mais durão do que já é com o intuito de amedrontar o garoto, mas ele logo percebe que o vigilante de Gotham está imitando o Clint Eastwood (nesse momento logo me passou pela cabeça que o Eastwood chegou a ser cotado a viver o herói no cinema, numa adaptação do clássico Cavaleiro das Trevas, do mesmo Frank Miller desse gibi). As cenas de perseguição ficaram ótimas, e Jim Lee tá cada vez mais preocupado na narrativa (tem até uma página dupla com 32 quadrinhos, algo inimaginável para esse especialista em pin ups). Vale quanto pesa.

CRISE INFINITA #3
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Como naquela música dos Titãs, em Crise Infinita continua acontecendo tudo ao mesmo tempo agora. Num momento estamos em San Diego, depois na Ilha Paraíso, Gotham, Texas, Galáxia Polaris, Central City e por aí vai. Cada um desses cenários rende 2, 3 páginas da história, impedindo um aprofundamento na trama e que uma série de diálogos que se desenvolva normalmente (com a exceção daquele entre Batman e o Superman da Terra 2, que acaba sendo o melhor momento dessa edição 3). Ainda estamos longe de entender como cada um desses acontecimentos irão se desenvolver, e qual a importância deles no que realmente importa em Crise Infinita, que é a volta de personagens que desapareceram na Crise original. Foi revelada a identidade do verdadeiro vilão, e só nessa parte a história avançou. Apesar de ser uma leitura razoável, o gibi ainda não deslanchou e não faz jus a toda expectativa gerada. Eu continuo com um pé atrás. E saber que uma das edições futuras é só quebra pau sem sentido, conforme opiniões que vi na Internet, não ajuda. Mas eu sou decenauta e não desisto nunca.

terça-feira, fevereiro 20, 2007

CRISE INFINITA #2

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Antes de qualquer coisa, não posso deixar passar mais uma mancada da Panini. DC Apresenta #1, que traz o arco com a Poderosa e que deve ser lido antes dessa edição de Crise Infinita, acabou ficando com sua distribuição setorizada, apesar de ter sido anunciada como nacional. Tive que me virar e baixar os respectivos scans para ler essa história. Esses problemas com a distribuição já estão virando piada velha.
Mas vamos à Crise. Três personagens que haviam desaparecido com a Crise nas Infinitas Terras estão de volta. Superboy Primordial, Superman da Terra 2 e Alexander Luthor da Terra 3 retornam com o intuito de concertar as coisas. Segundo eles, a Terra salva na Crise original foi a errada, e a Terra certa deve retornar. Com eles também está o segredo da origem da Poderosa (e no final a leitura de DC Apresenta não parece tão essencial para o entendimento da trama). Enquanto isso, Donna Troy reúne uma equipe para ir a Nova Cronos, o Coringa quer saber (ao seu modo) por que não foi chamado para a Sociedade de Vilões, os OMACs atacam a Ilha Paraíso e o Batman, bem, ele continua paranóico.
Com a entrada dos três personagens citados e a origem da Poderosa revelada, a trama toma contornos mais nítidos, mas ainda está longe de colocar todos esses acontecimentos convergindo. O texto de Geoff Johns continua competente, mas a arte de Phil Jimenez pareceu meio descuidada em algumas passagens. Já a parte que coube ao George Pérez (o flashback contado pelo Superman da Terra 2) ficou excelente, mas o mesmo não posso dizer da capa desenhada pelo mesmo Pérez, bem aquém do esperado. Mais uma vez escolhi a capa do Jim Lee.