O site IGN elegeu as 100 melhores capas de gibis de 2010, tudo coisa inédita que ainda não saiu por aqui. Achei que os caras forçaram a barra em alguns momentos, e não concordei de maneira nenhuma com o 1º lugar para uma arte bonita, mas não brilhante, do brasileiro Rafael Albuquerque estampada em Superboy #1. Das 100, escolhi as 10 que achei mais legais para abrilhantar o meu, o seu, o nosso querido blog. Confira abaixo, lembrando que é só clicar na imagem para vê-la em tamanho maior.
quarta-feira, janeiro 26, 2011
domingo, janeiro 23, 2011
FAIL!!!
Qualquer gibi pode ser o primeiro gibi de uma pessoa, certo? Então imagine a cena: o cara chega numa banca de revistas e se depara com a edição 6 de A Sombra do Batman, toda bonitinha, lacradinha e tudo. Logo a arte da capa chama sua atenção. E não tem como deixar de notar, trata-se de um belo trabalho do artista francês Stephane Roux, publicado lá nos states para a capa de Batman Confidential 22. Confira abaixo (clique para ampliar):

O cara viu os filmes do morcego do Christopher Nolan, achou ambos interessantes, e pensou: “Será que o gibi é legal também? Quer saber, vou comprar essa porra! No mínimo deve valer pelos desenhos.” Acaba comprando, mesmo achando os quase 15 reais meio caro para uma mera HQ. Ele chega a sua casa, já na expectativa de estrear no mundo dos quadrinhos de super-heróis. Tira o plástico dela, começa a folhear e se depara com a seguinte página (clique para ampliar):
“Que porra é essa? Quem foi o merda que desenhou essa porcaria?!”, ele grita. É, não foi o Stephane Roux, foi o Scott McDaniel, um dos piores desenhistas de todos os tempos! Esse cara deve conhecer algum segredo fortíssimo de alguma pessoa importante na DC e fica fazendo chantagem, pois entra ano, sai ano, tá lá o cara desenhando algum título importante da editora do Batman e Cia. Eu não vejo outra explicação plausível. Ah, e nosso caro amigo resolveu nunca mais comprar um gibi na vida. Lá se foi um leitor em potencial...
segunda-feira, janeiro 03, 2011
HELP ME UNDERSTAND!
Os Novos Vingadores nº 83, dezembro de 2010, seção de cartas, trecho da mensagem do meu conterrâneo Luiz Gustavo – aka Luwig:
Há algum critério geral quanto às escolhas das artes para compor as capas das revistas? Pergunto porque sinceramente não entendi a opção pela de Billy Tan em Novos Vingadores 79 no lugar das de Bryan Hitch e John Cassaday para Captain America Reborn 1.
Resposta básica do Paulo França, editor:
Geralmente os critérios são a beleza da capa, a importância do material e o potencial de vendas da imagem em questão.
Olha, se as capas de Capitão América Renascimento, algumas delas postadas abaixo, não atendem aos critérios sugeridos, eu não sei de mais nada.


domingo, janeiro 02, 2011
GOODBYE CRUEL 2010
Mais um ano que termina, menos um ano que temos nessa terrinha maldita. 2010 não foi um dos melhores anos pra mim, minha temporada no IBGE chegou ao fim, por causa da redação não me classifiquei no concurso do MPU, aprendi que certas coisas não trazem o alento e a felicidade que pensei que traziam etc etc etc. Mas deixamos minha vida particular pra lá, o mote aqui é o mundinho pop que nos cerca.
Bem, tivemos alguns bons lançamentos musicais no ano que terminou: The Suburbs do Arcade Fire, Beat The Devil's Tattoo do Black Rebel Motorcycle Club, Postcards From A Young Man do Manic Street Preachers, Out of Our Minds da Melissa Auf der Maur, Música de Brinquedo do Pato Fu, Fred Austaire do Lucy and the Popsonics, Band of Joy do Robert Plant, Eureka do Rooney, Disconnect From Desire do School Of Seven Bells, Volume 2 do She & Him, Shadows do Teenage Fanclub, Release Me do The Like, High Violet do The National, Together do The New Pornographers, Tourist History do The New Pornographers etc. Mas nenhum deu aquele click no meu cérebro, nenhum me fez dizer UAU! O melhor mesmo foi uma descoberta atrasada, Union do The Boxer Rebellion, de 2009, altamente recomendável! Descobri outras bandas bacanudas também, que por um motivo qualquer passou despercebido pelo meu radar, como Metric, Blake Babies, Nada Surf, Echobelly, Phoenix, Alphabeat, Editors, Tegan and Sara, Company of Thieves, entre outras.
Nos quadrinhos, bem, nada no estilo super-herói me chamou muito a atenção.Tivemos as mudanças nas revistas mensais, agora com 76 páginas, mas isso ainda não evitou os famosos mixes fracos. Liga da Justiça, com a minissérie do Robinson que não serviu pra nada, a volta sem pé nem cabeça do antigo Flash, e o fim da fase do Johns na SJA me fez decidir por abandonar a revista, após 96 edições ininterruptas. Além disso, a Panini conseguiu bagunçar a excelente fase do Superman, publicando tudo fora da ordem. E todo esse hype em volta da morte do Batman não foi justificado, se bem que alguns novos títulos, como Sereias de Gotham, tenho achado deveras interessantes. A Noite Mais Densa, que está na fase final, estou acompanhando no automático. Puta personagem chato esse Lanterna! Pela Marvel, Homem-Aranha continua uma leitura divertida, a repaginada na linha Ultimate foi bem vinda, a volta do Capitão América é bem desenhada, e Demolidor continuou fodástico. Fora isso, pouco acompanhei a casa das idéias. Mas não posso deixar de falar da linha Vertigo/Wildstorm pela Panini. A mensal, depois de um começo claudicante, entrou nos eixos e é leitura obrigatória! E os encadernados têm saído numa periodicidade inédita em terras tupiniquins. Y – O Último Homem já está no quarto volume, Fábulas, Ex Machina, 100 Balas, Hellblazer, todos eles tiveram pelo menos 2 novos volumes em 2010, e até material menos conhecido, como Loveless, tem seu espaço. Se conseguirem terminar Preacher, terão minha gratidão eterna! Nos mangás, de novidade apenas High School of the Dead, e vale muito a pena! Zumbis e peitões, quer o que mais?!
Filmes vi pouquíssima coisa de 2010, fui ao cinema só 2 vezes, e nem lembro direito o que fui assistir. Mas no conforto do meu lar fiz a festa. Tenho revisto muita coisa européia, clássicos do Truffaut, Antonioni, Godard, só o filé! E dos blockbusters americanos, tenho sido o mais seletivo possível. Alguns destaques do que vi de inédito durante o ano: Senhores do Crime, Entre os Muros da Escola, Quem Quer Ser um Milionário, Vicky, Cristina Barcelona, Guerra ao Terror, (500) Dias Com Ela, Hooligans, A Orfã, A Onda, Abraços Partidos, A Aventura, Adeus, Crianças, Johnny e June, Um Homem Sério e Watchmen.
Chega, né? Pra terminar, as bandas e as músicas que mais ouvi no PC em 2010, segundo a Last FM:

segunda-feira, novembro 01, 2010
THE WALKING DEAD

Estreia nesta terça-feira, dia 2, na Fox, a série The Walking Dead. Ela chega apenas dois dias depois de ser exibida nos Estados Unidos, com uma audiência recorde entre as séries estreantes da temporada. Depois de tantos vampiros enchendo nosso saco, é a vez dos zumbis ganharem a telinha. Baseada na HQ homônima de Robert Kirkman, a primeira temporada é curtinha, apenas 6 episódios, mas já tem garantida a continuação.
O gibi, que tem saído aqui no Brasil de forma capenga pela HQM (nada que os scans não resolvam), é uma das melhores leituras de um título regular desde seu início, em 2003, apesar de eu ter pego o bonde andando e só descobri essa maravilha lá em 2005. Sai pela Image lá fora, e é uma das revistas (junto a Invincible, também de Kirkman, também excelente) que tem ajudado a acabar com a má fama da editora da época de Spawn e afins.

Walking Dead narra a vida dos sobreviventes após um holocausto zumbi, que parece ter dizimado grande parte da população americana, transformando a maioria em zumbis. O foco, portanto, não são os zumbis, mas um grupo liderado por um policial que se encontrava em coma quando os mortos-vivos surgiram. A cada edição eles passam por poucas e boas, nos deixando roendo as unhas enquanto esperamos pelo próximo número. Na medida em que a trama avança, os personagens evoluem, num belo trabalho de Kirkman, que mesmo assim não poupa ninguém, e na edição seguinte o seu favorito pode se tornar um zumbi, ou pior.
Desde que comecei a ler o gibi, vi nele um grande potencial para ir para as telas (ou mesmo a telona do cinema), pois ele tem uma estrutura que lembra muito o que vemos na TV, assim como outras HQs, como Y – The Last Man e 100 Bullets. Resta esperar como será a adaptação, mas as expectativas são altas. O canal onde é exibida nos EUA, AMC, é também a casa de Breaking Bad, uma das séries mais legais de tempos recentes, e que não dá espaço a finais felizes. Se seguir essa cartilha, estamos feitos!
sábado, outubro 23, 2010
OS PERDEDORES - HORA DO TROCO

Conhecia esse Os Perdedores bem por cima, já tinha lido uma ou outra coisa do seu autor e só. E nem sabia da adaptação para o cinema. Mas quando me deparei com esse gibi na banca, resolvi comprar porque era material da Vertigo, porra! E ainda bem que o adquiri, leitura totalmente excelente!
Os Perdedores do título se refere a um grupo de agentes secretos da CIA que teriam sido mortos pela própria agência numa espécie de queima de arquivo. Mas claro que eles não morreram, e planejam ter suas vidas de volta. Porém ficamos sabendo disso apenas no decorrer da leitura, pois a HQ já começa a toda, com o grupo em missão tentando sua pequena vingança e já descobrindo que o buraco dessa tramóia é bem mais embaixo.
A trama se desenvolve como um bom roteiro de cinema, com espionagens, tiroteios, explosões, fugas e reviravoltas que deixam o leitor em alta expectativa pelo que vai acontecer em seguida. Não é à toa, então, a adaptação hollywoodiana para a telona. O roteiro de Andy Diggle é bem estruturado, dando um novo alento aos clichês inevitáveis do gênero, e casa perfeitamente com a arte de Jock, que traz um ritmo mais do que bem vindo à trama.
Os Perdedores – Hora do Troco, traz as 6 primeiras edições do título The Losers, que teve um total de 32 edições lá fora. Resta-nos esperar que a Panini, que tem feito um excelente trabalho com esse material adulto, lance novos volumes dessa excelente série da Vertigo.
segunda-feira, maio 31, 2010
LOVELESS - TERRA SEM LEI - DE VOLTA PRA CASA

Uns anos atrás, todo sábado pela manhã, na TNT, era dia de faroeste. Curioso em relação ao mundo do cinema, sempre dava um jeito de assistir a um ou dois deles a cada sábado. Apesar de nunca ter sido um fã do gênero, tinha resolvido dar uma chance. Depois de ter assistido a uma quantia razoável deles, tive a impressão que filme de faroeste é tudo igual. Basicamente o roteiro da maioria deles era mais ou menos assim: um grupo tinha que se deslocar de uma localidade para outra, geralmente levando algo de valor, que poderia ser um carregamento de ouro ou algo do tipo, e o percurso era invariavelmente perigoso. Essa é a história de quase todos eles. Claro, impressão de um não-especialista, para não ser levada a sério mesmo.
Bem, essa introdução é totalmente dispensável, só queria florear o texto mesmo. O assunto aqui é Loveless – Terra Sem Lei, HQ de faroeste do selo Vertigo que acaba de aportar por aqui pela Panini. Peraí! Faroeste?! Cadê os índios, caralho?! Fui enganado, faroeste sem índios não é faroeste porra nenhuma!
Enfim, apesar da propaganda enganosa, o gibi é muito bom, sim, senhor. Escrito pelo Brian Azzarello e desenhado por Marcelo Frusin, a trama tem como protagonista Wes Cutter, um ex-combatente da recém terminada Guerra Civil americana, que volta para sua cidade, Blackwater, para retomar o que acha ser ainda seu, ou seja, sua casa, e voltar à esposa. Como é de se esperar, o cara é todo misterioso, gosta de se perfazer e enfrenta todo mundo como um Chuck Norris cowboy. Azzarello, apesar de não mostrar o brilho de seu melhor trabalho (alguém falou 100 Balas?!), faz o dever de casa direitinho, com umas boas reviravoltas no roteiro e um texto seco, enxuto. Na arte, Frusin, que antes eu considerava apenas um Eduardo Risso menor, soube traduzir bem o que Azzarello queria passar e se sai melhor que a encomenda.
sábado, março 13, 2010
RÁPIDO & RASTEIRO
:: Boas novas. Butch Vig, o lendário produtor de Nevermind, clássico do Nirvana, entre outros grandes discos da década de 90, e também baterista do Garbage, da deliciosa Shirley Manson, foi escalado para produzir o novo disco dos Foo Fighters, o sexto de estúdio da banda capitaneada por Dave Grohl, que, como todos devem saber, foi batera do Nirvana. De acordo com Grohl, esse poderá ser o álbum mais pesado da banda, e ele já começou a trabalhar nas músicas para o futuro disco, que será gravado inteiramente de forma analógica e ainda não tem previsão de lançamento. Promete, heim? Foo Fighters é o tipo de banda que, mesmo já não tão no auge como antes, ainda tem bala na agulha e é melhor que muita coisa incensada pela mídia especializada.
:: Para fechar, umas rapidíssimas sobre os quadrinhos:
- Superman é a melhor mensal em bancas atualmente. Ponto! Já Liga da Justiça está pertinho de ser limada da minha lista de compras;
- Acho que não entendi um terço do que o Morrison tentou passar em Crise Final, mas mesmo assim foi bem melhor que Invasão Secreta;
- A Panini anunciou recentemente novos volumes de séries já iniciadas da linha Vertigo/Wildstorm. Olha, confesso que estou empolgado com o que foi lançado até agora, e da maneira que foi lançado. Mas também senti o mesmo na época da Pixel, e acabou dando merda. Então um pé atrás nunca é demais...
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
TENSO!!!
Olha o que o editor Bernardo Santana soltou na seção de cartas de Superman # 87, que recém chegou às bancas:
"... queremos prepará-lo também para uma revolução editorial vindo por aí. Não, sem pistas, curioso leitor, mas pode crer que o que estamos preparando vai mudar a maneira como você consome suas revistas hoje. Intrigante o suficiente ou não?"
Medo, muito medo! Leitor de quadrinhos no Brasil não pode ver esse tipo de coisa que já sente calafrios. Eu, por exemplo, imagino logo a volta dos famigerados formatinhos (argh!). Por enquanto só há especulações nos fóruns de discussão. Uns acham que mudará o número de páginas, outros que passarão a lançar tudo em TPs, alguns que vem por aí quadrinhos digitais, mas a maioria mesmo está apavorada com uma possível volta dos formatinhos. Resta esperar o anúncio oficial...
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
RETALHOS

Acabei de passar por uma experiência maravilhosa. Não, não estou falando de sexo nem de minha última visita à Paris. Ontem terminei a leitura de Retalhos.
Craig Thompson, o autor da HQ (sim, estou falando de uma história em quadrinhos, ou como diria meu chefe, “revistinha”, argh!) teve uma infância e adolescência duríssimas, e resolveu contar essa fase de sua vida em forma de arte seqüencial. Nela Craig disseca sua vida numa cidadezinha de merda em Wisconsin, EUA, que parece eternamente coberta de neve. Nas quase 600 páginas do livro, ele fala de sua relação com seu irmão caçula, com seus pais, com seu primeiro amor adolescente e, principalmente, com Deus e a religião.
A fé é o fio que liga a trama. Com o passar do tempo, o pequeno Craig começa a questionar a religião e seus ensinamentos. Sofrendo de todos os tipos de infortúnios, sendo humilhado pelos colegas de escola e vítima de abuso sexual por parte de seu “babá”, Craig começa a ver sua religião com outros olhos, e parece que sua vida será apenas uma sucessão de decepções. Até conhecer Raina, seu primeiro amor e pela qual tem desejos não muito religiosos. O relacionamento dos dois é curto (quando ele a telefona apenas para falar “estou ligando para dizer adeus...”, putz) e acaba sendo apenas um ritual de passagem, quando ele reavalia sua vida, seus erros com o irmão, e, claro, sua fé.
É a história de um loser, um outsider, algo que sempre chamou minha atenção. Tudo isso é contado de forma magistral por Craig Thompson, com seus textos simples, mas verdadeiros, e seu traço detalhista e poético. De repente, Alan Moore não parece tão gênio assim...
sábado, dezembro 19, 2009
FUGINDO DA MESMICE
Saindo um pouco do mundo dos super-heróis, ou mesmo dos quadrinhos adultos, mas de certa maneira populares, da Vertigo e afins, encomendei dois lançamentos da Quadrinhos na Cia, a divisão de HQs da Cia das Letras.


O outro é Umbigo Sem Fundo, de Dash Shaw. A obra mostra o processo de separação do casal David e Maggie Loony após 40 anos de casamento, e como isso vai afetar a vida dos seus filhos e netos. Mais uma vez, me valho do texto presente na orelha do livro para melhor ilustrar: “Escrito quando Dash Shaw tinha 23 anos, Umbigo Sem Fundo narra com maturidade surpreendente – e uma boa dose de humor – os conflitos individuais e familiares dos Loony que vêm a tona com o divórcio. Embora se passe num curto espaço de tempo, o livro é um verdadeiro épico familiar, moderno e surpreendente, que garantiu a este jovem artista um lugar entre os mais importantes quadrinistas da atualidade”. Fiquei sabendo da existência desse lançamento num comentário do mesmo post do Forastieri, me informei melhor, e também me interessei muito.
terça-feira, dezembro 15, 2009
DC ULTIMATE


domingo, outubro 25, 2009
RÁPIDO & RASTEIRO
:: Quando anunciaram o lançamento do catálogo dos Beatles remasterizado, esperava ir comprando (no caso, recomprando, já que tenho as versões antigas) devagarzinho, uns CDs aqui, outros acolá, sem pressa. Bem, não agüentei. Já adquiri nove disquinhos dessa nova leva, incluindo a coletânea Past Masters, que ainda não possuía. Apesar de a qualidade sonora ser o grande atrativo dos discos (“Something”, para ficar num exemplo, ficou ainda mais sensacional), o que tenho gostado mais é das embalagens digipack, que dão um charme único a coleção. Essa nova geração MP3 pode não entender, mas não tem nada como pegar um CD novo, tirar da embalagem, colocar no player e conferir o encarte. Ah, e o cheirinho de novo...
:: Falando nisso... O Pearl Jam, desde Vitalogy, seu terceiro trabalho, vem trazendo seus discos empacotados em embalagens especiais. Mas, mesmo assim elas eram de um tamanho que poderiam facilmente ser colocadas no meu porta-CD, junto aos demais discos e suas embalagens comuns. Isso até agora. No novo disco, Backspacer, eles resolveram inovar, aumentando o pacote, que nem com todo o jeitinho do mundo vai caber no porta-CD. Fiquei puto! PUTO! E agora, vou ter que deixar esse CD em particular longe dos demais da banda. Bem, pelo menos o disco é melhorzinho que os recentes do PJ. Mas também nada perto de Ten, VS.,Vitalogy, No Code e Yield...
:: Assisti nessa semana ao episódio de estréia da nova temporada de House. E posso dizer que foi um dos melhores de toda a série. Por que isso? Porque é totalmente diferente da fórmula usada em 99,9% dos episódios até aqui. Nada de um caso inexplicável milagrosamente solucionado aos 45 minutos do segundo tempo, nada de pegadinhas com o “amigo” Wilson ou entreveros com a Cuddy. Nesse episódio duplo de reestréia vemos House internado para tratar, inicialmente, do seu vício em Vicodin. Mal humorado e anti-social, House aos poucos cede ao tratamento e até se permite um relacionamento com outros internos. Uma espécie de Um Estranho no Ninho. Se as mudanças que vimos aqui continuarem a serem exploradas, teremos uma temporada sensacional pela frente!
:: Tentei não levar em consideração a opinião do pessoal que leu as edições importadas (no caso, os scans), mas depois de 6 edições (a 7 já está em mãos, mas ainda não li) não tenho mais como negar: Invasão Secreta é uma merda! E das mais podres! A decepção é maior, pois os preparativos para a saga foram todos bem arquitetados pelo Bendis, mas quando chegou a hora da verdade, o autor se perdeu completamente, e contou (ou tem contado) uma história sem pé nem cabeça, sem ritmo e cheia de pancadaria non sense. Até o Linha de Frente, que funcionou bem durante a Guerra Civil e Hulk Contra o Mundo, se revelou outra merda. Nem as edições de Novos e Poderosos Vingadores, melhores que a trama principal, salvam o tal megaevento Marvel do ano. Pelo lado da DC, até que Crise Final parece interessante, pelo menos com o que se passou nas três primeiras edições, e do pouco que percebi das intenções do seu roteirista, o maluquinho do Grant Morrison. As duas edições especiais já lançadas, com A Vingança dos Vilões e a dobradinha Réquiem / O Testamento de Um Herói, são até melhores que a mini principal. Espero que o nível não caia ao decorrer da trama.









