terça-feira, junho 24, 2008

GRANDES ASTROS BATMAN & ROBIN #8

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“Hal Jordan. O Lanterna Verde. Seu anel é a arma mais poderosa conhecida na galáxia. Se ele pensa em alguma coisa, ela simplesmente acontece. Isso o torna o melhor tira da Via Láctea.
Seu mentor alienígena procurava por um homem com vontade sobre-humana e nenhum medo. A descrição de trabalho para Hal não incluía inteligência. Ele é burro como uma porta. Já vi jogadores de hockey mais inteligentes. O palhaço faz batedeira de ovos, ratoeiras e aspiradores gigantes, quando poderia consertar o mundo todo com aquele anel. Que retardado. Eu faria tantas coisas com aqueles poderes...
É um maldito desperdício. Ele é pior que o Kent. Epa! Lá vem uma lanterna gigante. Muito criativo, Guerreiro Esmeralda.”


Todas as críticas recebidas por essa série são merecidas. Que a trama não se desenvolve, que é cheia de buracos no roteiro (se é que se pode chamar de roteiro), que nem de longe lembra os melhores trabalhos de Frank Miller etc. etc. Mas inexplicavelmente eu estou curtindo! E às vezes há um sopro de inspiração por parte de Miller, como essa descrição do Lanterna Verde feita pelo morcego.

sexta-feira, junho 20, 2008

LINKS!

Quatro textos, todos de autoria do Marcelo Costa, do ótimo Scream & Yell, sobre quatro discos recém-lançados. É só clicar!

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Songs In A&E, Spiritualized

sábado, junho 14, 2008

SHARAPOVA CURTA E GROSSA!

Não foi o Roland Garros sonhado por Maria Sharapova, longe disso. Ela foi desclassificada nas oitavas-de-final pela compatriota Dinara Safina (irmã do Marat Safin). Mas como sempre a musa deixou sua marca. Desconfortável com as atitudes da torcida francesa durante a partida da desclassificação, que insistia em fazer barulho durante os pontos, Sharapova não se segurou e soltou um "Up your fucking ass" para alguém da platéia, como fica claro nesse vídeo do You Tube logo abaixo. O ex-jogador John McEnroe, que já reclamou dos gritos histéricos da russa, mas que nos bons tempos era também um nervosinho em quadra, deve ter se sentido orgulhoso. Assim como esse que vos escreve, hehehe.


segunda-feira, junho 09, 2008

CAPAS PANINI JUNHO - DESTAQUES

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Mês bem interessante. Se em maio tivemos muitas capas feias (tive até dificuldades em escolher as melhores), dessa vez a Panini fez boas escolhas. Também, com artistas como John Cassaday, Gary Frank, Tim Bradstreet e Alex Ross, entre outros, as coisas ficam mais fáceis.
Mas nem tudo é perfeito. Não entendo como não escolheram como capa para Superman essa do brasileiro Renato Guedes, já bem divulgada em sites especializados:

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quarta-feira, junho 04, 2008

20 DISCOS QUE MUDARAM O MUNDO pt.19

(texto extraído da revista ZERO nº 8)


BOB MARLEY
CATCH A FIRE

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Lançamento: 13 de abril de 1973
Nas paradas: nº 171 na lista Pop da Billboard
Algumas influências: Lee “Scratch” Perry, Desmond Dekker, Alton Ellis, Jimmy Cliff
Alguns influenciados: Black Uhuru, Peter Tosh, Ben Harper, Gilberto Gil, Rolling Stones, Red Hot Chili Peppers, The Clash

Bob Marley aparece num grande close levando um charro de maconha à boca entre os dedos. É quase possível escutar a mensagem “I’m rasta and I’m proud” a sair-lhe dos lábios junto da fumaça do trago.
Com Catch A Fire Bob Marley deu a própria cara à tapa pelo reggae - encarou a todos com um baseado de ponta a ponta na capa, gravou metade do disco na Jamaica e metade em Londres e conseguiu espalhar a fumaça do reggae pelo planeta.
O disco é a cartilha do reggae para a cena mundial. Com Catch A Fire, Marley pavimentou uma auto-estrada onde seus colegas de país e estilo Desmond Dekker, Alton Ellis e Jimmy Cliff tinham aberto um caminho a golpes de facão.
A obra é minimalista, o que valoriza mais as letras de protesto de Marley, onde escancara desde a pobreza moderna (“Concrete Jungle”) até as injustiças sofridas atualmente pelos negros numa analogia à escravidão (“Slave Driver”). Há espaço para o amor, também, como em “Stir It Up”.
Foi o disco que seduziu, por exemplo, Eric Clapton (que gravou “I Shot The Sheriff”, do disco seguinte de Marley, Burnin‘), e os Rolling Stones, que incluíram um reggae no álbum Black And Blue (“Cherry Oh Baby“, de Eric Donaldson), gravado, aliás, em parte, no Caribe.
Peter Tosh canta duas músicas - “400 Years” e “Stop The Train” -, que foram decisivas para que ele tomasse coragem e se lançasse em carreira solo. O racha, na verdade, foi maior - depois da gravação do disco seguinte, Bunny Wailer também decidiu abandonar os Wailers.

Efeitos no Brasil: O primeiro contato do Brasil com a música jamaicana aconteceu em 1968, quando Jimmy Cliff passou uma temporada no país e se apresentou no Festival Internacional da Canção. A primeira citação do gênero foi de Caetano Veloso, que narrava ter descido a Portobello Road (Londres) ao som de reggae.
Enquanto isso...: O sucesso do momento era “Killing Me Softly With This Song”, de Roberta Flack, que voltou à ativa com o filme About A Boy, em cena antológica de Hugh Grant.

segunda-feira, junho 02, 2008

LABUTANDO! Pt 2

Na semana passada passei quatro dias fora, participando de um treinamento para uma futura pesquisa do IBGE. Uma turma de aproximadamente 30 pessoas ficou reunida numa pousada, onde também aconteceu a instrução. Sem querer causar inveja (aham!), algumas fotos do local:


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Ah, esqueci de dizer que o local ficava na beira-mar, né? Sorry. E eu ainda recebi para ficar lá. E foi o Lula que pagou, vê se pode! Mas eu ainda senti saudades de casa, principalmente do meu quarto, com minha cama, minha música, meus gibis, meu computador etc. E lá tive que dividir o quarto com mais dois caras, então eu estava sempre com alguém (exceto no banheiro, claro!). Na letra de Frances Farmer Will Have Her Revenge On Seattle, do Nirvana, tem uma parte que diz "I miss the comfort in being sad" ou "eu sinto falta do conforto de estar triste". Troca o "triste" por "sozinho" e a frase fica perfeita para definir o que senti. Mas valeu, e agora já estou de volta ao conforto que apenas nossas casas podem trazer, e com uma graninha extra no bolso.

domingo, maio 25, 2008

AU REVOIR, GUGA

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O ano era 1997, num domingo parecido como esse, no comecinho de junho. Eu não entendia nada de tênis. Não sabia o que era break point, dupla falta, primeiro e segundo serviço, não entendia a contagem de pontos, nada disso. Mas estava lá, olhos na telinha na extinta Rede Manchete, para ver, e torcer por, um brasileiro chamado Gustavo Kuerten (ou simplesmente Guga) na final de Roland Garros, um dos quatro Grand Slams do esporte, e com certeza o mais charmoso deles, e que a partir daquele dia, teria um gostinho especial para nós brasileiros. O inesperado por muitos aconteceu, e Guga, na época apenas o nº 66 do ranking, venceu seu primeiro, de três, título no saibro de Paris.
Aquela seria a primeira de muitas alegrias que o Manezinho de Florianópolis nos traria. De repente o domingo não era mais o dia de ver brasileiro no pódio da Fórmula 1, mas sim o dia de ver nosso Guga na final de mais um torneio. No total foram 20 títulos. Além do tri em Roland Garros, foram 5 Master Series e uma Master Cup, só citando os mais importantes. Ele ainda ficou por 44 semanas no topo do ranking da ATP e ganhou quase 15 milhões de dólares só em premiação.
Hoje, agora há pouco, Kuerten voltou ao solo sagrado de Roland Garros para sua despedida oficial do tênis profissional. Ele enfrentou Paul-Henri Mathieu, jogador francês. Mas quem parecia que jogava em casa era o brasileiro, tamanha a torcida a seu favor. Muito querido por lá, e sabendo da ocasião especial, a maioria dos franceses não pensou duas vezes e torceu pelo Guga. A derrota, esperada, veio, por 3 sets a 0 veio. Mas o placar foi o que menos importou. O que conta é que, apesar das limitações físicas, pudemos ver nosso velho amigo uma última vez, conseguindo vez ou outra aplicar bem seus golpes, com bons saques, dando aquelas espetaculares paralelas de esquerda, deixadinhas e aproveitando cada momento na quadra que lhe deu tantas glórias.
Após a partida, a organização prestou uma homenagem ao brasileiro, entregando-lhe um troféu. Depois Guga falou em francês, claramente emocionado, agradeceu a todos e destacou a importância do Torneio, dizendo que Roland Garros era sua vida, seu amor, sendo aplaudido por todos no local. Parabéns, Guga. Obrigado por todas as alegrias. Obrigado por me tornar um fã incondicional desse esporte sensacional que é o tênis. Vamos sentir sua falta...

quinta-feira, maio 22, 2008

WE ARE THE CHAMPIONS, MY FRIENDS...

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Foi uma final cheia de ingredientes. Em campo dois dos melhores times da atualidade, Manchester United e Chelsea, respectivamente campeão e vice-campeão ingleses, ambos formados por jogadores de diversas seleções. Dessa vez, a disputa era pela Champions League, a maior competição continental entre clubes. Para o Manchester, seria o terceiro título do torneio, para o Chelsea seu primeiro. O local de disputa é o Luzhniki Stadium, na Rússia. Jogo único em campo neutro.

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A partida começa com o Manchester melhor em campo. Aos 26 minutos, após uma tabela entre Scholes e Brown, esse último cruza para a área e Ronaldo marca de cabeça. 1 a 0 para os Diabos Vermelhos. O Manchester ainda teve umas duas chances claras de aumentar o placar, mas a bola insistia em não entrar. Meio perdido em campo, o time londrino encontra o gol de empate no finalzinho do 1º tempo, marcado por Lampard.

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As coisas mudam de figura no tempo complementar. Agora é o Chelsea que dá as cartas. O trio Ronaldo, Tevez e Rooney pouco aparece. Após alguns sustos, como uma bola na trave de Van der Sar, o tempo normal chega ao fim. Hora da prorrogação.
São os 30 minutos mais nervosos da partida. A bola pouco rolou, e no pouco que rolou Lampard colocou mais um na trave para o Chelsea e Giggs quase marcou para o United. Uma confusão faz Drogba, atacante do time londrino, ser expulso. O empate persiste.

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Cobrança de pênaltis. Agora o nervosismo é meu! Na sequência, Tevez, Ballack, Carrick e Bellleti convertem os seus. Chega a vez de Ronaldo cobrar. Quando ele deu aquela paradinha, gritei na hora, "não para, porra!". Quando Cech pegou, soltei um "caralho" em alto e bom som. Se eu já estava nervoso antes, imagina agora! Lampard marca, Hargreaves também. Ashley Cole e Nani deixam os seus. Agora basta o capitão Terry acertar para o Chelsea se tornar campeão, e o cara escorrega na hora do chute! (Na hora adorei, claro, mas depois deu pena ver o cara sem parar de chorar) Cobranças alternadas. O brasileiro Anderson, que tinha entrado no final da prorrogação, deixa o seu, assim como Kalou. Giggs, o chamado Mr. Manchester, que acabara de se tornar o recordista em número de partidas pelo clube, não bobeia e coloca a bola nas redes. Anelka chega para tentar igualar o placar. Van der Sar cresce no gol, aponta para o atacante onde ele vai colocar a bola. Anelka corre para a bola, chuta... e Van der Sar pega! Manchester tricampeão europeu!!!

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Gritei e pulei feito um garoto. Festa vermelha na Rússia e aqui na minha sala (os vizinhos devem ter se perguntado o que estava acontecendo na casa daquele cara estranho que não fala com ninguém, hehehe).
A cerimônia de encerramento foi belíssima, condizente com a importância do torneio. O elenco das duas equipes subiu até as arquibancadas para receber suas respectivas medalhas. O Chelsea subiu primeiro, passando por um corredor de jogadores do Manchester, que aplaudiram os vice-campeões. Logo após, foi a vez dos campeões. Após cada um receber sua medalha, o capitão Ferdinand e Giggs levantaram a tão disputada taça de campeão europeu. Depois disso a transmissão terminou, mas a festa deve ter entrado madrugada adentro tanto na Rússia quanto na Inglaterra (exceto Londres, hehehe).
Próxima parada, Eurocopa. E no segundo semestre começa mais uma temporada do melhor futebol do mundo. Não vejo a hora desse dia chegar!

segunda-feira, maio 19, 2008

NO TOPO

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No novo ranking do tênis feminino divulgado nessa segunda-feira, a musa Maria Sharapova assumiu a primeira posição. A ex nº 1, Justine Henin, anunciou na semana passada sua aposentadoria, e a russa assume então o primeiro lugar. Sharapova, que já tem três títulos nessa temporada e também lidera o ranking das campeãs (aquele que considera apenas a pontuação do ano corrente), chegou às semi-finais do Torneio de Roma na última semana, mas teve que abandonar a competição devido a uma lesão. O próximo torneio é Roland Garros, considerado o mais charmoso dos Grand Slams (ah, a primavera em Paris...), começando já domingo dia 25, onde Sharapova tentará seu primeiro título no saibro francês. Ela até já se encontra lá, treinando, como vemos nas imagens acima. C'mon, Maria!

sexta-feira, maio 16, 2008

LABUTANDO!

Estou trabalhando. Pois é, desde a semana passada. Não falei ainda pois queria confirmar antes. Agora que todos os documentos estão em ordem e o contrato foi assinado, posso falar numa boa.
Fui chamado para um emprego temporário no IBGE (funcionário de nosso "querido" Lula, quem diria!), posso ficar até dois anos no serviço, se tudo der certo.
Nunca trabalhei antes, sempre fui um filhinho de papai, estou ainda me adaptando à essa nova realidade de acordar cedo, passar o dia fora e chegar em casa desejando cair na cama e passar o resto da vida lá deitado. E tenho ainda de reorganizar o (pouco) tempo que sobra para ler meus gibis, ouvir minhas músicas e assistir à minhas séries e filmes.
Tem ainda os colegas de trabalho. Não sou o que os americanos chamam de "people person", aquelas pessoas que têm facilidade em se relacionar com seus semelhantes. Longe disso. Sou tímido, inseguro, pessimista, entre outras qualidades igualmente indesejáveis (por isso gosto da internet, onde ninguém percebe esse lado meu). E minha primeira reação em relação às pessoas é odiá-las, não tenho como fugir disso, é praticamente instintivo (Freud explica). Mas aos poucos (ênfase no "poucos") vou me enturmando. Engraçado que meu sobrinho me perguntou se eu já tinha algum amigo no trabalho. Parece até que ele não me conhece...
Quanto ao blog, vou tentar mantê-lo. A quantidade de posts deve diminuir, mas farei o possível para colocar algo novo ao menos uma vez por semana. E agora que vou ter uma graninha para manter e incrementar meus vícios nerds, vou ter que falar sobre eles em algum lugar, certo? Então fiquem tranquílos, o Paranoid Android não abandonará vocês!

domingo, maio 11, 2008

MANCHESTER UNITED BICAMPEÃO!!!

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Foi um dos melhores Campeonatos Ingleses dos últimos tempos, guardando emoções até os últimos minutos da última rodada. Após nove meses de disputa, Manchester United e Chelsea chegaram a rodada decisiva com o mesmo número de pontos (84), com os Red Devils levando vantagem no saldo de gols. Enquanto o United pegava o Wigan fora de casa, o time de Londres jogou contra o Bolton em casa. Para que os londrinos pudessem ter alguma chance de título, eles torciam para um tropeço do adversário.
Após um começo nervoso de partida, com alguns erros bobos, o Manchester chegou ao gol através do pênalti cobrado pelo Cristiano Ronaldo. Enquanto isso, o Chelsea fazia pressão contra o Bolton, mas não chegava ao gol. O primeiro tempo das duas partidas (realizadas simultaneamente, assim como todas as partidas da rodada) terminou com o time vermelho com uma das mãos na taça.
Segundo tempo, o Manchester faz pressão para finalizar logo com a fatura. Houve até um outro pênalti claro, não marcado pelo juiz. Em Londres, Shevchenko abre o marcador para o Chelsea. Apesar de ainda estar com o título (ganharia no saldo), é claro o clima de tensão no ar. o Wigan até consegue ensaiar uma pressão. É quando entra Giggs em campo, o mais experiente da equipe (hoje ele fez sua 758ª partida pelo clube e igualou o recorde de Bob Charlton). Aos 34 minutos do segundo tempo, ele marcou o gol e sacramentou de vez a vitória e, mais que isso, o título do Manchester United. E para facilitar as coisas, o Chelsea ainda cedeu o empate do Bolton.
Título mais que merecido. Desde o começo da temporada os Red Devils têm demonstrado um melhor futebol, bonito de se ver, com destaque para sua linha de frente, com Ronaldo, que terminou como artilheiro do torneio (31 gols), Tevez e Rooney. A defesa, comandada por Ferdinand, também fez sua parte, sendo a menos vazada de toda a Premiership. O meio de campo, com jogadores como Giggs, Scholes, Hargreaves e o brasileiro Anderson, não fica atrás em qualidade e dedicação.
Agora o time de Manchester tem 17 títulos na competição, encostando de vez no Liverpool, o maior vencedor na Inglaterra, que tem 18. A próxima parada é em Moscou, em 21 de maio, para a final da Copa dos Campeões da Europa, contra o próprio Chelsea. Go, Devils!!!

terça-feira, maio 06, 2008

CAPAS PANINI MAIO - DESTAQUES

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Não custa repetir, quando digo "destaques", estou me referindo simples e unicamente à arte, e não ao conteúdo das respectivas revistas, ok?
Mês fraco para a DC, principalmente entre as mensais (a do Superman é HORROROSA!). O pessoal da Panini deve ter pego minha conjuntivite (estou melhor, obrigado) e não está enxergando bem, só pode. A Marvel não sofreu desse mal, tanto que escolhi quatro delas acima. Quanto aos dois mangás que coloquei, essa edição de Gantz marca uma nova fase, daí o azul substituindo o tradicional vermelho (isso ainda vai demorar pra caramba pra chegar aqui; só na semana passada comprei o volume 5), e Black Lagoon, bem, não tenho idéia do que se trata, mas gostei da capa.


Ao som do álbum Grab That Gun, das canadenses do The Organ

quinta-feira, maio 01, 2008

20 DISCOS QUE MUDARAM O MUNDO pt.18

(texto extraído da revista ZERO nº 8)

MARVIN GAYE
WHAT’S GOING ON
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Lançamento: 21 de maio de 1971
Nas paradas: nº 6 na lista Pop da Billboard
Algumas influências: Sam Cooke, Nat King Cole, Smokey Robinson, Ray Charles, Martin Luther King
Alguns influenciados: Jackson 5, Maxwell, The Style Council, D’Angelo, Alicia Keys

Um libelo a favor da paz. Assim podemos descrever a obra-prima da soul music americana, What’s Going On. Escrito através dos olhos e pensamentos de seu irmão mais velho, Frankie (um veterano da guerra do Vietnã), as nove canções do álbum pretendiam contar as expectativas e o mundo surgidos após uma experiência tão traumática como a guerra. E consegue com louvor. Excluindo a canção título, o álbum foi gravado em apenas 10 dias e vendeu mais de 8 milhões de cópias.
Gaye foi também um dos primeiros artistas americanos a tocar na ferida do preconceito racial. Teve a coragem de usar todo o seu lirismo e engajamento poético para apoiar causas importantes, como o meio ambiente (“Mercy Mercy Me (The Ecology)”), as crianças (“Save The Children”), além das já citadas anteriormente. Deixou o sexo de lado nas letras que compôs, cultivou uma barba na cara limpa de sex simbol, engordou um bocado, jogou fora seus ternos e entrou em depressão. Como um típico músico de blues, alcançou a maior inspiração da sua vida num momento difícil, e fez história.


Efeitos no Brasil: Não só Marvin Gaye, mas todo o soul da Motown (selo independente de Detroit especializado em black music) influenciou diretamente o gênero no Brasil. O funk brasileiro afirmou-se com o movimento Black Rio, que contava com a participação de músicos como Cassiano, Gerson King Combo e Dom Salvador. Tim Maia e Hyldon foram outros dois nomes que colocaram um sucesso atrás do outro na década de 70.
Enquanto isso...: O T-Rex lidera as paradas inglesas com “Hot Love”. Nos EUA, o topo fica com o Three Dog Net e sua “Joy To The World”. Morrem Louis Armstrong e Jim Morrison.

quinta-feira, abril 24, 2008

DUFFY - A BOLA DA VEZ

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Esses primeiros meses de 2008 têm reservado boas surpresas no campo da música. CD novo do Portishead depois de uma década de espera, Michael Stipe e seu REM voltando a ser relevante, o Long Blondes lançando o temido segundo disco (e passando no teste), a volta do Black Crowes, Supergrass, mesmo longo dos holofotes, continua soltando seus petardos sonoros, entre outros acontecimentos musicais importantes.
Agora chega a vez de Duffy, uma galesa de apenas 23 anos, loirinha, mas com uma voz de diva, agitar mais ainda esse já movimentado ano. Seu debut, intitulado Rockferry, é a mais nova febre do Reino Unido, com o respeitoso número de 500 mil cópias vendidas apenas na primeira semana de lançamento. Além disso, o single “Mercy” é também um dos mais vendidos, sendo uma das músicas mais tocadas no velho continente atualmente.
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Assim como manda a cartilha do pop dos anos 2000, o som da Duffy é bem retrô. Mas diferente de 99 % dos artistas de hoje, que buscam inspiração no pós-punk e na new wave dos anos 80, a galesa foi mais fundo na história e tem um som calcado na black music americana da década de 60, mais precisamente aquela produzida pela Motown em seus anos dourados, com influências também de duas inglesas dos tempos áureos, Dusty Springfield e Petula Clark.
Duffy (nome completo Aimee Anne Duffy) começou a tocar com diversas bandas, e acabou chamando a atenção da gravadora Rough Trade. O guitarrista do Suede, Bernard Butler, a ajudou a amadurecer seu som, também ajudando na composição de algumas músicas, entre elas “Rockferry”, a faixa-título que abre o álbum de estréia da cantora, lançado finalmente em 3 de março último. Destaques do álbum? “Mercy” (confira o vídeo abaixo e tente ficar parado), “Rockferry” e “Warwick Avenue”. Para ouvir agora!

terça-feira, abril 22, 2008

SHARAPOVA NO LETTERMAN

Vídeo com a musa russa Maria Sharapova, no programa Late Show With David Letterman, exibido ontem na TV americana:

domingo, abril 20, 2008

PACOTÃO GCDC

Durante todo o ano de 2007, só adquiri uma edição da linha Grandes Clássicos DC, justamente aquela dedicada ao mestre Alan Moore. Tirando o atraso, já comprei (e li) três edições da linha agora em 2008: Lendas, O Messias e Odisséia Cósmica. Abaixo, algumas linhas sobre cada um deles.

GRANDES CLÁSSICOS DC # 10 - LENDAS
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Não adquiri esse especial logo quando foi lançado, primeiramente por um problema de caixa, mas também por não esperar grande coisa dela. Com o problema financeiro resolvido, e vendo a edição dando sopa numa nova vinda às bancas, comprei para não deixar um buraco na minha coleção dos Grandes Clássicos DC, pois ainda tinha a impressão de que não iria gostar muito. Esperava uma saga cansativa, envelhecida (ela foi publicada originalmente entre o final de 1986 e o começo de 1987), enfim, chata de ler. Felizmente, estava bem enganado, pois a leitura é bem agradável, e você não precisa ter um conhecimento enciclopédico dos personagens retratados para entender as minúcias da trama. Lendas foi o primeiro grande evento da DC depois de Crise nas Infinitas Terras, que tinha reformulado radicalmente o universo da editora, e mostra Darkseid, sempre um vilão interessante, planejando sobrepujar os heróis da Terra ao influenciar a população a se virar contra seus bem-feitores. O roteiro foi escrito pela dupla John Ostrander e Len Wein, cabendo à John Byrne, uma estrela em ascensão na época, os desenhos. Para reservar uma tarde e ler de uma tacada só.

GRANDES CLÁSSICOS DC # 11 - BATMAN - O MESSIAS

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Se tem um personagem que tem uma bagagem imensa de clássicos, esse é o Batman. É até estranho a Panini ter dedicado apenas três volumes de GCDC ao Morcego (fora a edição definitiva de Cavaleiro das Trevas). O Messias era uma das HQs do herói mais comentadas e pedidas em fóruns e comunidades dedicadas à Nona Arte, e confesso que tinha uma grande curiosidade para lê-la. A trama mostra o confronto de Batman com o Reverendo Blackfire, que está formando um exercito com indigentes e párias que encontra pelas ruas de Gotham para fazer justiça ao seu modo, que inclui matar criminosos, atitude que logo leva o apoio da população. Mas logo fica claro que o plano do vilão é mais complexo. O Homem-Morcego passa boa parte da história sob o domínio do vilão, sofrendo lavagem cerebral para ceder e ser mais um dos acólitos do Reverendo, bem diferente do que normalmente vemos, quando Batman é retratado como um “fodão” que pode com tudo e com todos. Publicada originalmente em 1988, O Messias tem algumas semelhanças com o clássico máximo O Cavaleiro das Trevas, particularmente na narrativa que faz uso da cobertura da TV e no Batmóvel monstruoso que aparece no capítulo quatro. Se foi proposital ou não, isso não tira o brilho do gibi, escrito por Jim Starlin e desenhado por Bernie Wrightson. Vale a pena!

GRANDES CLÁSSICOS DC # 12 - ODISSÉIA CÓSMICA
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Essa é umas das raras reedições da linha GCDC que tive a sorte de ler quando ainda não tinha a alcunha de clássico. Eu tinha a primeira edição da Abril, lançada como uma minissérie em quatro partes, adquiridas no distante ano de 1990. Como tive a estapafúrdia idéia de me desfazer dela (e de diversas HQs daquele período), era imperativo comprar essa edição de luxo da Panini e relembrar tempos mais amenos e inocentes. Escrita pelo mestre das sagas espaciais, Jim Starlin (sim, o mesmo de O Messias) e com os belos traços de Mike Mignola (que anos depois criaria o Hellboy), Odisséia Cósmica traz a improvável união de Darkseid (novamente ele) com um grupo de super-heróis, incluindo Superman, Batman e o Lanterna Verde, contra um mal que pode trazer a destruição de todo o universo. O grupo se divide para atuar nas quatro frentes da batalha: Terra, Rann, Thanagar e Xanshi, todos lugares para onde a Equação Antivida enviou seus espectros. Geralmente não curto muito essas sagas cósmicas, comumente confusas demais para minha cabeça processar, vide a recente Guerra Rann/Thanagar. Mas nesse caso, a trama corre muito bem, sem atropelos, tudo facilitado com a bela arte narrativa de Mignola. Boa leitura, não somente devido a história em si, mas para também lembrar de um período quando primeiro me viciei em quadrinhos de heróis.

segunda-feira, abril 14, 2008

SORTE NO JOGO...

Domingão esportivo sensacional tive ontem.

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Começou com a bela vitória do Manchester United, de virada, em cima do rival Arsenal, 2 a 1, no Old Trafford, casa dos diabos vermelhos, gols de Ronado e Hargreaves. Com os três pontos garantidos ontem, e o empate do Chelsea contra o Wigan agora há pouco, o United tem agora 80 pontos, 5 a mais que o próprio Chelsea, segundo colocado, e 9 a mais que o Arsenal, que está em terceiro. Temos apenas quatro rodadas até o fim do Campeonato Inglês, e o time de Ronaldo, Rooney e cia. tem tudo para levar mais uma vez a Premiership. E o Arsenal, depois de sair da Champions League no meio de semana para meu outro adorado time, o Liverpool, agora dá adeus às suas chances de levar o título inglês.


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Depois vi Maria Sharapova, a musa máxima do tênis (quem achar que a Ivanovic tomou esse posto, retire-se desse recinto virtual e não volte nunca mais!), levar mais um troféu para casa, o primeiro em um torneio jogado no saibro (um saibro meio estranho, de cor cinzenta, mas ainda um saibro). A russa venceu a eslovaca Cibulkova por 2 a 0, parciais de 7/6 (com 9 a 7 no tie break) e 6/3, em quase 2 horas de jogo. Apesar de alguns erros bobos, a partida transcorreu relativamente sem muitas dificuldades, perto das maratonas contra Anabel Medina Garrigues e Alona Bondarenko em fases anteriores do torneio (contra a Garrigues, a partida durou cerca de 3 horas e meia). Sharapova continua quase perfeita em 2008, com 22 vitórias e apenas uma derrota, conquistando três torneios, Australian Open, Doha e Amelia Island. Rumo à Roland Garros!

Ah, e teve a derrota do Flamengo. Apesar de não acompanhar o futebol tupiniquim já há um bom tempo, é sempre bom ver os rubro-negros perderem um clássico.

sexta-feira, abril 11, 2008

LINKS!

Estou meio sem idéias, além de meio deprimido, então vou fazer o favor de privá-los das minhas linhas mal escritas nessa semana. Mas, para não deixar a bagaça parada, deixo três textos de autoria de Marcelo Costa (já falei dele antes, e mais de uma vez). É só clicar onde estiver azul e você será direcionado para os respectivos textos. Divirtam-se!

:: Você trocaria todos os seus CDs originais por CDs de MP3?

:: “Shine a Light”, o filme

:: “Shine a Light”, o disco

Ao som do álbum Inside In Inside Out, do The Kooks

quarta-feira, abril 09, 2008

PUSHING DAISIES

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Ned (Lee Pace), o herói dessa série americana, é louco por sua namoradinha de infância. Mas ambos não ousam se tocar: se isso ocorresse, a moça morreria. Ned carrega um misto de dom e maldição. Com um toque, é capaz de ressuscitar os mortos. Só que, sempre que traz alguém de volta à vida por mais de um minuto, outra pessoa morre no lugar dela. Pior: se encostar na pessoa uma segunda vez, ele a mata de novo. Ned descobriu essa capacidade na infância, ao ressuscitar seu cão. Mais tarde, faz o mesmo por sua paixão, Chuck (Anna Friel). O doceiro Ned se vale de seu superpoder para investigar assassinatos, como o da própria namorada. Pushing Daisies é uma fantasia que se equilibra entre o romantismo e certo quê filosófico – com um resultado original e instigante. (Review extraído da revista Veja)

Pushing Daisies estréia nessa quinta-feira, às 21 horas, na Warner Channel. Pelas chamadas que tenho visto no canal, tem tudo para ser uma ótima série. Espero não quebrar a cara...

sexta-feira, abril 04, 2008

CAPAS PANINI ABRIL - DESTAQUES

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Mas o posto de melhor capa do mês fica com a Pixel e a sua Pixel Magazine #13. Você pode conferir abaixo, junto à versão original (e maior) da bela arte de J. H. Williams III, homenageando o clássico Sgt. Peppers:

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