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quarta-feira, dezembro 12, 2007

CALIFORNICATION

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Californication é a nova série estrelada por David Duchovny, que todos lembram como o nerd e paranóico agente Fox Mulder, da mais que idolatrada Arquivo X. Mas não espere nada de extraterrestres e conspirações governamentais aqui. Basta a primeira cena de sua nova empreitada para logo esquecermos o papel que lhe trouxe fama: Californication começa com Hank Moody, o personagem de Duchovny, numa igreja tentando, com palavrões, falar com o criador, quando uma freira aparece lhe oferecendo sexo oral. Depois descobrimos que tudo não passava de um sonho do protagonista, mas o estrago já está feito, e fica claro que não se trata de uma série qualquer.
Hank Moody é um escritor em eterna crise, que alcançou certo sucesso com um livro, e agora trabalha como blogueiro para sustentar suas baladas. Apesar de ainda ser apaixonado pela ex, vivida pela belíssima Natascha McElhone, com quem tem uma filha, Moody traça qualquer rabo de saia que cruza seu caminho, incluindo uma garota de 16 anos (calma, ele não sabia disso na hora do ato, assim como não sabia que se tratava da filha do futuro marido de sua ex, que também é seu chefe na blogosfera). Mas, apesar de um temperamento bem longe do convencional que acabou lhe trazendo vários problemas, percebemos que no fundo Moody é um cara legal.
Nos Estados Unidos a série é exibida no canal pago Showtime (casa de outras séries legais, como Weeds e Dead Like Me), por isso goza de uma liberdade que àquelas da TV aberta não possui. Então daí a profusão de seios e bundas, além de palavrões sem censura. Por aqui passa no Warner Channel, todas às terças às 22 horas (horário de Brasília), logo após Smallville. Aliás, quem é fã do Superboy e fica babando com a Supergirl que apareceu nos episódios recentes, e deixou a TV sintonizada no canal depois de terminar a série, deve ter tido um susto com as peripécias de Hank Moody na ensolarada Califórnia. De todas as estréias nos canais de séries nessa temporada, Californication é sem dúvida a melhor delas.

domingo, novembro 25, 2007

FALA QUE EU TE CHUPO

- Velox devidamente instalada. Agora ninguém me segura, hehehe. E isso deve afetar o blog. Será que o Search & Destroy sairá definitivamente desse estado de torpor? Aguardem...

- Todo mundo já deve ter ouvido o boato sobre a morte do Batman, certo? Pois bem, se a DC Comics buscava a atenção da mídia, digamos, não especializada, conseguiu. Há exatamente uma semana estava zapeando na Sky quando me deparei na Fox News (canal conservador até a medula, mas que tem minha âncora favorita atualmente, a Julie Banderas) falando da morte do Cavaleiro das Trevas. E ainda é só um “boato”. Lembram que a morte do Superman rendeu até matéria no Fantástico? Então, o auê promete ser o mesmo. Só para constar: se realmente vingar, acho uma idéia péssima. Pode ser sob a batuta de Grant Morrison e tudo, mas a idéia ainda é péssima.

- Confira abaixo a capa de Giant-Size Astonishing X-Men #1, gibi que encerra a ótima fase da dupla Joss Whedon e John Cassaday a frente dos Mutantes.

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- A nova série de David “Arquivo X” Duchovny, Californication, é totalmente excelente. Texto em breve. Agora, papelão o pessoal do Red Hot Chili Peppers processar os produtores da série por ela ter o mesmo nome de uma das canções da banda, né? Pelo jeito a má fase do grupo não parou no fraco álbum mais recente...

- Entrei numa nova febre de mangás. Estou comprando as edições atrasadas de Crying Freeman, pois não me interessei quando apareceu nas bancas, e comecei a acompanhar duas séries que estão no começo, Gantz e Death Note (as edições de estréia chegaram a pouco para os lugares que sofrem com a distribuição setorizada). Além disso adquiri os dois volumes de Samurai Champloo, os três volumes de Uzumaki, o one shot Blood The Last Vampire 2000, além de Yuki, que falta só mais uma edição. Mas não me chamem de otaku, beleza?