terça-feira, agosto 30, 2005

Sei lá se foi por ter recomendado o Kill‘em All semana passada (nesse post aqui), mas o fato é que não parei de ouvir o Metallica nesses últimos dias. Os 4 primeiros discos dos caras passaram pelo meu CD player recentemente, e no momento que escrevo isto, estou ouvindo o Garage Inc. Metallica das antigas ruleia!
Quem acompanha esse blog sabe que sou fã dos textos do Marcelo Costa, já até indicando alguns textos de sua autoria por aqui. Então, chegou a hora de indicar mais um, onde um Marcelo nostálgico relembra seu passado metaleiro e faz as pazes com o Iron Maiden. É só clicar aqui e se divertir. Depois, passa pelo blog dele clicando aqui. Leitura obrigatória!

domingo, agosto 28, 2005

Vocês são preguiçosos ou o quê? Comentem, por favor!

NOVO ÁLBUM DOS STONES

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Eles podem ser ainda a melhor banda de rock n’ roll ao vivo do mundo, mas ninguém espera muito de um novo álbum de estúdio dos Rolling Stones atualmente. Realmente, já se passaram 8 anos desde o último - Bridges To Babylon, de 1997 – e depois das 4 faixas novas que apareceram na coletânea Forty Licks, eles nunca iriam se reunir novamente para gravar outro álbum de estúdio.
Mas quando a revista Uncut disse a Mick Jagger no final de 2003 que os Stones tinham se tornado uma banda apenas de turnês, como o Grateful Dead, em direção ao fim da carreira, ficou claro que seu orgulho foi ferido. “Não, eu acho que os Stones têm que fazer outro álbum de estúdio”, ele insistiu.
Agora eles finalmente nos saem com 'A Bigger Bang', um título que aparentemente reflete a “fascinação da banda com a teoria científica sobre a origem do universo”, o que nos leva a imaginar Mick, Keith, Charlie e Ronnie sentados no estúdio lendo Stephen Hawking para se inspirarem.
Co-produzido por Don Was e pela banda, o álbum foi gravado durante sessões em Paris no final de 2004 e entre a primavera e o começo do verão deste ano, e mixado em Los Angeles. Contem 16 novas composições da dupla Jagger-Richards, que, pelo menos em termos de quantidade, coloca-o junto de Exile On Main Street (18 faixas), diferente de Let It Bleed (9 faixas) ou Beggar's Banquet e Sticky Fingers (10 faixas cada).
E mais, com certeza este é o último álbum de estúdio deles. Com os longos intervalos entre os álbuns hoje em dia, os integrantes dos Stones já estarão na casa dos 70 anos antes que lancem outro. Então, poderá existir mais umas duas turnês, mas com certeza não haverá outro álbum de estúdio.
Indicações iniciais sugerem que, com isso em mente, os Stones desafiaram as probabilidades e se juntaram para produzir um último grande álbum. Não há nada da roupagem da moda que caracterizou o último álbum solo de Jagger, 'Goddess In The Doorway', nem programações emprestadas da dance music ou qualquer outra moda passageira. Como um empregado dos Stones disse, “Eles decidiram pegar emprestado deles mesmos”. Pela 1ª vez em anos, informam as fontes, Jagger e Richards escreveram juntos e o resultado é o álbum com o som mais orgânico que eles fizeram em décadas.
O disco tem lançamento mundial previsto para 5 de setembro.
Texto traduzido daqui.

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Grandes Clássicos DC #2- Mulher-Maravilha. Excelente!

sábado, agosto 27, 2005

ACÚSTICO MTV ULTRAJE A RIGOR

Ok, vamos deixar de lado o fato de que este é mais um acústico de uma banda decadente dos anos 80, tentando recapitular o sucesso de outrora com versões de antigas canções e faturar uma boa grana. Vamos fazer de conta que nossos ouvidos não serão martelados com a execução maciça nas rádios jabajeiras, que faria até músicas dos Beatles soarem enjoativas. Vamos fingir que a banda não irá fazer uma turnê chatíssima no formato “unplugged” que irá durar uma eternidade e passará por diversar localidades (até naquele famoso rodeio). Vamos analisar apenas as músicas, depois de assistir o especial apenas uma vez, ok? Ok.
Então... Gostei muito do acústico. Banda afiadíssima, bons arranjos, o Bacalhau fazendo miséria na bateria, não caíram na armadilha de chamar convidados “nada a ver”, não encheram a paciência da platéia com um montão de músicas inéditas (música nova é pra disco de estúdio, não é verdade?) nem colocaram instrumentos esquisitos. Repertório equilibrado, com uma boa combinação dos sucessos dos anos 80 com sons mais recentes, sem parecer uma banda cover de si própria.
Mas nem tudo é perfeito. A versão de “I Can’t Explain”, do The Who, foi um ponto negativo. Aliás, deveria ser proibido fazer cover de clássicos absolutos do rock, como é o caso dessa música do The Who. Mas pelo menos ficou melhor que a versão que o Ira! gravou anos atrás, que tinha uma levada techno que deve ter feito o Keith Moon querer se levantar da cova e matar os responsáveis pela atrocidade. Também achei desnecessária aquela orquestra durante “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, não acrescentou nada de interessante. Algumas músicas fizeram falta: “Eu Me Amo” e “Rebelde Sem Causa” são dois exemplos. Mas no final das contas, entre erros e acertos, o saldo foi positivo, merecendo um lugar de destaque entre a infindável série de acústicos da MTV brasileira. E o Roger tem crédito na praça.

quinta-feira, agosto 25, 2005

ALGUMAS MÚSICAS COM TÍTULOS BEM LONGOS

-Godspeed you black emperor! - Stringloop manufactured during downpour
-The Beatles - Everybody's got something to hide except me and my monkey
-The Future sound of London - Everyone in the world is doing something without me
-Os Mutantes - Posso perder minha mulher, minha mãe, desde que eu tenha o rock and roll
-The orb - A huge, evergrowing pulsating brain that rules from the centre of the ultraworld
-Pink Floyd – Several species of small furry animals gathered together in a cave and grooving with a pict

Copiado descaradamente daqui (mas a do Pink Floyd foi acréscimo meu).

quarta-feira, agosto 24, 2005

TEM QUE TER!

Metallica, Kill’em All (1983)
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O cartão de visitas do Metallica é um clássico do início ao fim, com a força de composições como “The Four Horsemen”, “Jump In The Fire” e “Seek & Destroy”. Como Cliff Burton e Kirk Hammett haviam entrado pouco antes, todas as canções (menos o solo de Cliff, “(Anesthesia) Pulling Teeth”) são de James Hetfield, Lars Ulrich e Dave Mustaine. Mustaine saiu antes das gravações do álbum, formando o Megadeth depois.
Tracklist:
1- Hit The Lights
2- The Four Horsemen
3- Motorbreath
4- Jump In The Fire
5- (Anesthesia) Pulling Teeth
6- Whiplash
7- Phantom Lord
8- No Remorse
9- Seek & Destroy
10- Metal Militia

CAPA DE CATWOMAN #46, BY ADAM HUGHES

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SABIA DESSA?

“Whole Lotta Love” foi a última música que John Bonham, o genial baterista do Led Zeppelin, tocou ao vivo. A performance aconteceu durante o último show do grupo em Berlim, na Alemanha, dia 7 de julho de 1980. Em 25 de setembro, Bonham morreu sufocado pelo próprio vômito.

domingo, agosto 21, 2005

SHIRLEY MANSON

Dias atrás falei da Shirley Manson, vocalista do Garbage, do quanto ela estava maravilhosa no novo clip de banda (nesse post aqui). Mas não fiz o serviço bem feito. Faltou uma foto dela pra ilustrar melhor o texto. Então, antes tarde do que nunca, aqui está a Shirley em todo o seu esplendor:
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REVOLUÇÃO INTERNA

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Meio sem querer, o selo Wildstorm garante ousadia no universo DC

A Marvel vendeu a idéia de que está mudando a cara dos super-heróis com a série Ultimate. Conversa fiada. Os supers mais cool do momento são do universo Wildstorm, um selo da DC presidido pelo Jim Lee. No comando de sua própria companhia, Lee saiu à caça de bons roteiristas. De cara, levou Alan Moore. O escocês Warren Ellis veio na cola e criou os maiores sucessos da casa: The Authority e Planetary. O 1º é inspirado em Watchmen. Um grupo de heróis violentos e arrogantes decide tomar conta do mundo – quer o mundo goste disso ou não. Mark Millar assumiu o título depois de Ellis e transformou a série numa campeã de venda.
Planetary, que continua nas mãos de Ellis, é tudo o que um gibi deve ser: surpreendente, inteligente e divertido. Três aventureiros desvendam teorias conspiratórias enquanto combatem os verdadeiros donos do mundo, conhecidos como The Four (uma versão cruel do Quarteto Fantástico). É um mix de cultura pop. Numa das aventuras, eles visitam uma base militar abandonada no deserto americano onde foram realizadas experiências com dissidentes do macarthismo. Tudo o que você pensava que era roteiro de filme B (mulheres gigantes, cérebros vivendo fora do corpo) teria sido verdade.
A série Stormwatch, escrita por Micah Ian Wright, começou fraca, mas pegou no tranco. O grupo é uma força tarefa da ONU para perseguir supercriminosos. Numa aventura, o pessoal é contratado por um descendente de Jesus Cristo para eliminar um outro parente da mesma linhagem. Santini, o casca-grossa que lidera o grupo, liquida os dois.
Wildcats Version 3.0, de Joe Casey e Dustin Nguyen, é, de longe, o mais radical. Quando surgiu nos anos 90, Wildcats era um sub-X-Men. A versão atual não é nada disso. Spartan, o líder, decide que a melhor maneira de mudar o mundo é por meio das corporações. Ele cria uma multinacional chamada Halo e enche o planeta de produtos miraculosos. Você nunca viu um quadrinho de super-herói como esse.
Um dos mais novos filhotes do Wildstorm é Sleeper, de Ed Brubaker e Sean Phillips. É a história de Holden Carver, agente secreto infiltrado numa organização criminosa. O problema é que o único homem que sabe que Carver está do lado dos mocinhos é seu chefe, que, por coincidência, está em coma.
Assim como a Marvel nos anos 60, o universo Wildstorm está reinventando os super-heróis. Não deve ser só coincidência Stan e Jim terem o mesmo sobrenome.
Texto de autoria de Edson Aran, e publicado na revista Hype.

sábado, agosto 20, 2005

A "obra-prima" 2 Filhos de Francisco já estreiou nos cinemas daqui. Enquanto isso, nem sinal de Sin City. Pra você verem quais são as prioridades da minha cidade, sempre o contrário das minhas. Quando vou ter dinheiro pra sair dessa cidadezinha de merda, diabos?!
Mais 69 reais e 40 centavos gastos para manter meu vício. Comprei hoje: Novos Titãs #13, Superman #33, Batman #33, Liga da Justiça #33, Grandes Clássicos DC #2 - Mulher-Maravilha, Batman & Mulher-Gato - Rastro de Pólvora #1 e Reino Sombrio #2 e 3.
Infelizmente não pude comprar Demolidor #18, Marvel Max #23 e Homem-Aranha #44, por falta de $$$. Então levei as da DC e deixei as da Marvel reservadas na banca, pego na próxima semana (já deu pra notar que prefiro DC, né?). E perdi a 1ª edição de Reino Sombrio. Segundo o jornaleiro, vieram poucos exemplares, e os poucos que vieram foram vendidos. E eu tava muito a fim de ler essa mini. Bem, depois arranjo um jeito de comprar (a Internet tá aí pra quê, né?).

quinta-feira, agosto 18, 2005

Até que enfim ouvi a tão falada “Fuck Forever”, música do Babyshambles, banda do junkie Pete Doherty, ex-Libertines. Tinha lido maravilhas sobre a música, que era uma das melhores já feitas em solo inglês e tal. Mas, putz, que decepção! Achei bem fraquinha. Não tem um riff legal, não tem um refrão que gruda na cabeça, não tem uma batida legal, nada. Só o Oasis deve ter umas 50 músicas melhores que esta. Não sei por que ainda acredito no que o Lúcio Ribeiro diz. Agora onde está mesmo meu CD ao vivo do Clash?

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Marvel Max Especial Alias – Excelente.

FRASE

“Todas as canções são velhas feridas, e cada uma possui frases que eu canto com os dentes serrados”

Morrissey

terça-feira, agosto 16, 2005

MINHA NOVA MUSA

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Essa é a VV (ou Allison Mosshart), vocalista da banda The Kills, que tá de passagem pelo Brasil. Nem conheço bem o som da banda, mas, pela VV, só pode ser bom. Ela tem um lado meio Slash, com os cabelos cobrindo boa parte do rosto, mas quando ele (o rosto) aparece direitinho, uau! A banda (na verdade uma dupla; Jamie Hince é a outra metade) esteve no Pulso MTV quinta-feira passada e consegui ver bem a moça. Amor à primeira vista, hehehe. A mais recente a configurar na minha curta lista de musas do rock n’ roll.

QUERO RESPOSTAS PRA ESSAS PERGUNTAS AGORA!!!

O que tinha dentro da escotilha? O Charlie vai voltar a se drogar? Por que levaram o garoto? E quem são aqueles caras que o levaram? O restante do pessoal da jangada vai conseguir voltar à ilha? E que ilha é aquela, meu Deus do céu?! Twilight Zone total! Até a 2ª temporada de Lost, que só deve começar em 2006, vou ter que usar muito calmante pra aplacar minhas dúvidas...

OBS: lembram aquele flashback onde mostrava o Charlie com uma garota na cama? Reconheceram a garota? Era ela mesma, uma das preferidas desse blogueiro, a Terasa Linvingstone, do Soundtrack Channel! Como não posso mais vê-la diariamente, já que o STC saiu da grade da Directv, deu pra matar a saudade.

LOS HERMANOS 4

“Los Hermanos 4 é rico em nuances, é lento, é anti-rádio, é bonito pacas, é atemporal e pode ser clássico. 4 é um disco que não tem paralelos com o que é feito no Brasil hoje em dia.”

Clique aqui e confira o texto completo sobre o novo disco dos Los Hermanos.